Tus plaub ib tsab ntawm tus nqi zog Odair Firmino tsib Solidarity, nce los Caritas Brasileira, ntsiab zaub mov sovereignty thiab solidarity. Thiab qhov puav pheej yuav sawv ntxov 19 ntawm lub kaum hli ntuj.

Khoom noj khoom haus sovereignty txhais tau rov muaj peev xwm txiav txim rau ntau lawm, a distribuição e o consumo de alimentos aos principais atores envolvidos neste processo, ao campesinato e aos consumidores. Ser soberano é ter a capacidade de decidir, quando se diz respeito a nossa alimentação.

Hoje, o sistema agrícola e alimentar é monopolizado por um punhado de empresas da indústria agroalimentar e de distribuição que impõem seus interesses particulares, de fazer negócios com a comida, sobre os direitos dos agricultores e as necessidades alimentares das pessoas. Só assim se pode explicar tanta comida e tanta gente sem comer. A produção de alimentos triplicou dos anos 60 até os dias atuais, enquanto a população mundial, desde então, apenas duplicou, mas, mesmo assim, cerca de 900 milhões de pessoas, segundo a FAO (Food and Agriculture Organization), passam fome.

A Cáritas Brasileira desenvolve ações de apoio à agricultura familiar em acampamentos e assentamentos da reforma agrária. A entidade assessora grupos e comunidades de camponeses/as na formação de hábitos alimentares saudáveis no cultivo de hortas medicinais e plantios agroecológicos, na criação de pequenos animais, no acesso ao crédito e na gestão de fundos rotativos solidários, entre outras iniciativas de produção coletivas. Desde 2005, mais de 20 mil famílias foram beneficiadas.

Com o objetivo de proteger e preservar a flora e fauna, a Cáritas capacita os grupos para o manejo sustentável de nascentes, rios e açudes, visando o aproveitamento responsável dos recursos hídricos locais.

por Mariana Guedes, da assessoria de Comunicação da Cáritas Brasileira / Teb chaws Secretariat. Com informações do Instituto Kairós.